December 20, 2011

Show histórico

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 10:37 am

Nesta quarta-feira, dia 21/12/2011, às 20h, acontecerá na pracinha de Sto Antônio de Lisboa, um encontro histórico da música catarinense.
Integrantes do Grupo Engenho, Expresso e Dazaranha se apresentarão juntos, num show que promete ser um presente para os fãs da boa música. A interprete e compositora Sueli Ramos fará participação especial com essa trupe da pesada.
O evento contará ainda com a apresentação do Boi de Mamão da Ansal.
Brindo a essa ideia 5 estrelas!!!!!

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December 14, 2011

Banda Intisica

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 2:46 pm

De grande importância para o cenário cultural catarinense, três talentos musicais se unem e nasce a banda ‘Intisica’.
Sueli Ramos -violão e voz, Marcelo Muniz -baixo, viola e teclado, e Chico Thives -bateria, já conhecidos do público por seus trabalhos até aqui, agora, em união, lançam a banda com o objetivo de valorizar e propagar a música catarinense. Todo o repertório da banda é autoral ou de compositores do nosso estado.
Brindo a essa ideia 5 estrelas!!!!!

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E para conferir o som dos nossos artistas, a banda estará fazendo show no próximo sábado, dia 17/12/2011, na pracinha de Sto Antônio de Lisboa, às 17h.

October 8, 2009

FEMIC 2009 - Música: ROSA AMARELA

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 5:57 pm
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Juju Moura interpretando ‘Rosa Amarela’ de Larissa Poeta e Haini- no FEMIC 2009
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Obrigada Juju pela encantadora interpretação de Rosa Amarela! A melhor interpretação que poderia haver para esta canção! Obrigada Haini pela linda melodia que abraçou e fez voar a minha letra com a raridade sagrada que só a música possui.

January 22, 2009

Juju Moura cantando ‘Rosa Amarela’

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 10:31 pm

Composição: Larissa Poeta/Haini

 


December 8, 2008

Eu Vou Comigo*

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 8:09 pm

Tantas peles, tantos rostos. Nomes, jeitos, feitos, sons. Tanto nascimento. Tanto esforço pela permanência. Tanta expiação, riso, tanta verdade e nem sempre. Tanta vida, que só é sabida por quem dela é dono, para que em minutos serenos, lentos e calmos, mesmo quando vorazes, assassinemos o semelhante. Na alma. No fundo. Dentro. Na esperança e na fé.

Ela tem nome. Ele tem nome. E seus nomes serão esquecidos, após desejos consumidos, assim como os nossos também foram e serão. Nossa fome não se justapõe a piedade.

Suplantados. Imagens em sobreposição.  Tantas camadas que não identificamos mais o verdadeiro traço. Transparências, uma sobre a outra se fundem e se transformam em outra coisa. Uma coisa que não se sabe o quê.

Eu não quero mais o que me é oferecido. Os presentes recebidos nos colocam contra nós. Eu vou comigo. É preciso conhecer a si. Investigar-se. Esmiuçar-se. Chegar ao centro e abandonar-se na certeza de que sempre vamos nos surpreender conosco. Somos um susto de nós mesmos. E a consciência do susto nos liberta. Nos mantêm aptos a aceitar, não o que nos é oferecido, mas nossos próprios quereres.

A minha escolha é querer o que ninguém sabe onde está, porque é sagrado e óbvio.
Ninguém entende o óbvio. O óbvio cega por sua simplicidade. E o sagrado… Ainda estão estudando sobre ele de forma mística. A mente humana busca o hermético porque não sabe o que fazer de si quando tudo está resolvido. Parece um gostar de ter o que fazer, mas na verdade ela não tem o que fazer.

Todas as coisas coexistem, mas todas existem de si. Uma flor não diz a um passante que ela lhe fará feliz. Seria abjeto, seria falso, no mínimo incerto. Mas uma flor pode tornar um passante feliz pelo cheiro que é dela.

*texto publicado na minha coluna da revista ‘Estação Aeroporto’.

OBS: A REVISTA PUBLICOU O TÍTULO DO TEXTO ERRADO E ESTOU POSTANDO AQUI CORRETAMENTE.

November 17, 2008

Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:31 am
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Assisti esse filme hoje e adorei!
Woody allen reuniu personalidades e situações bastante interessantes num único filme.
Mas o que ficou na minha cabeça na saída do cinema foi o pensamento de que: O quanto uma pessoa que não sabe o que quer (Cristina, personagem de Scarlet Johansson) pode fazer todo o movimento na vida de todos a sua volta. Dentre eles, Cristina era a personalidade menos marcante para mim e, no entanto, era através dela que as coisas se davam e apareciam. Era como se ela fosse uma idéia invisível. Penélope Cruz e Javier Barden… que dois!!!

November 13, 2008

Arte do existir*

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 6:39 pm

Palavra, segundo o dicionário, “é uma unidade mínima, com som e significado que pode, sozinha, constituir um enunciado”. A vida não se revela nas necessárias e frias palavras de um dicionário, mas as palavras em utilização revelam a vida.

Eu já fui de tudo um pouco, porque deixei a palavra falada solta, vestida de preguiça. Cedilhas e circunflexos que, romanticamente, pensavam ser livres. Felizes em si. Cobertos de uma ingenuidade que caberia muito bem a uma criança, mas torna um adulto pouco inteligente. Pensei só ser necessário exigir-se aplicação à palavra escrita, mas qual engano, as duas têm igual peso, não fazendo diferença a data de validade, que a palavra falada dura o tempo que durarmos, ou por sorte de bem-querência ou respeito, um pouco mais.

Palavra deve ser tratada como uma expressão artística, porque assim ela é. A palavra é a arte do existir. E se não fizermos um trabalho perceptivo, primoroso, que se cumpre, seremos sempre aquela tela que ninguém entendeu e, por não sabê-la, deu-se a ela a identidade que se quis dar ou simplesmente não se achou nada sobre ela. Deu-se de ombros por nem tomar tento daquela existência – no último caso, golpe de sorte novamente. Mas realisticamente observando, vê-se que, em massa, há uma pressa em atropelo e uma necessidade enfadonha de dar nome a tudo que se vê. E para que a nós seja atribuído o nome justo que nos cabe, há de se acolher a palavra e prepará-la para a vida como a um filho único.

O que você quer? O que você é? Não há tempo para brincadeiras quando se trata do existir. É preciso saber a semente que estamos plantando para depois não reclamarmos a laranja colhida, quando queríamos comer maçã. A palavra é a coisa mais séria que eu conheci. É grave como um Deus. (Mais séria que um homem de terno ou uma mulher de mocassim). Existem parênteses para a diversão. Existe um afrouxamento, a leveza própria de quem descobre a liberdade que traz a organização. O bom humor é namorado da palavra em harmonia com a identidade do ser.

*texto publicado na minha coluna da revista ‘Estação Aeroporto’.

November 6, 2008

Incontestável!

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:32 am

Quando estou sem assunto e sinto meu blog abandonado… coloco algo incontestável assim como Maria Bethânia interpretando ‘Quem te viu, quem te vê’ de Chico Buarque.


Alguém conhece a Bethânia para apresentá-la pra mim? ;)

October 21, 2008

Lançamento Miramar

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:23 am
Meus dois melhores amigos (meninos) na vida!
Fazia tempo que não íamos os três juntos a uma festinha.
O que aliás não foi uma festinha… foi uma super festa linda de lançamento do edifício Miramar da minha adorada amiga Marize Koerich e sua chiquérrima familia.
Sucesso total a essa ‘gente nossa’!

October 8, 2008

Uma caneta!

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 2:20 am
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Essa é a caneta que acabou deixando a minha principal razão de viver, que é escrever, em segundo plano e o lado mulher gritou histericamente querendo.
Essa caneta é uma jóia. Quando olhei para ela esqueci a rima, a métrica e a idéia.
Mas fui salva porque lembrei que esse objeto de sedução só foi assim implacável porque foi feito para escrever.
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