October 8, 2009

FEMIC 2009 - Música: ROSA AMARELA

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 5:57 pm
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Juju Moura interpretando ‘Rosa Amarela’ de Larissa Poeta e Haini- no FEMIC 2009
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Obrigada Juju pela encantadora interpretação de Rosa Amarela! A melhor interpretação que poderia haver para esta canção! Obrigada Haini pela linda melodia que abraçou e fez voar a minha letra com a raridade sagrada que só a música possui.

January 22, 2009

Juju Moura cantando ‘Rosa Amarela’

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 10:31 pm

Composição: Larissa Poeta/Haini

 


December 8, 2008

Eu Vou Comigo*

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 8:09 pm

Tantas peles, tantos rostos. Nomes, jeitos, feitos, sons. Tanto nascimento. Tanto esforço pela permanência. Tanta expiação, riso, tanta verdade e nem sempre. Tanta vida, que só é sabida por quem dela é dono, para que em minutos serenos, lentos e calmos, mesmo quando vorazes, assassinemos o semelhante. Na alma. No fundo. Dentro. Na esperança e na fé.

Ela tem nome. Ele tem nome. E seus nomes serão esquecidos, após desejos consumidos, assim como os nossos também foram e serão. Nossa fome não se justapõe a piedade.

Suplantados. Imagens em sobreposição.  Tantas camadas que não identificamos mais o verdadeiro traço. Transparências, uma sobre a outra se fundem e se transformam em outra coisa. Uma coisa que não se sabe o quê.

Eu não quero mais o que me é oferecido. Os presentes recebidos nos colocam contra nós. Eu vou comigo. É preciso conhecer a si. Investigar-se. Esmiuçar-se. Chegar ao centro e abandonar-se na certeza de que sempre vamos nos surpreender conosco. Somos um susto de nós mesmos. E a consciência do susto nos liberta. Nos mantêm aptos a aceitar, não o que nos é oferecido, mas nossos próprios quereres.

A minha escolha é querer o que ninguém sabe onde está, porque é sagrado e óbvio.
Ninguém entende o óbvio. O óbvio cega por sua simplicidade. E o sagrado… Ainda estão estudando sobre ele de forma mística. A mente humana busca o hermético porque não sabe o que fazer de si quando tudo está resolvido. Parece um gostar de ter o que fazer, mas na verdade ela não tem o que fazer.

Todas as coisas coexistem, mas todas existem de si. Uma flor não diz a um passante que ela lhe fará feliz. Seria abjeto, seria falso, no mínimo incerto. Mas uma flor pode tornar um passante feliz pelo cheiro que é dela.

*texto publicado na minha coluna da revista ‘Estação Aeroporto’.

OBS: A REVISTA PUBLICOU O TÍTULO DO TEXTO ERRADO E ESTOU POSTANDO AQUI CORRETAMENTE.

November 17, 2008

Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:31 am
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Assisti esse filme hoje e adorei!
Woody allen reuniu personalidades e situações bastante interessantes num único filme.
Mas o que ficou na minha cabeça na saída do cinema foi o pensamento de que: O quanto uma pessoa que não sabe o que quer (Cristina, personagem de Scarlet Johansson) pode fazer todo o movimento na vida de todos a sua volta. Dentre eles, Cristina era a personalidade menos marcante para mim e, no entanto, era através dela que as coisas se davam e apareciam. Era como se ela fosse uma idéia invisível. Penélope Cruz e Javier Barden… que dois!!!

November 13, 2008

Arte do existir*

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 6:39 pm

Palavra, segundo o dicionário, “é uma unidade mínima, com som e significado que pode, sozinha, constituir um enunciado”. A vida não se revela nas necessárias e frias palavras de um dicionário, mas as palavras em utilização revelam a vida.

Eu já fui de tudo um pouco, porque deixei a palavra falada solta, vestida de preguiça. Cedilhas e circunflexos que, romanticamente, pensavam ser livres. Felizes em si. Cobertos de uma ingenuidade que caberia muito bem a uma criança, mas torna um adulto pouco inteligente. Pensei só ser necessário exigir-se aplicação à palavra escrita, mas qual engano, as duas têm igual peso, não fazendo diferença a data de validade, que a palavra falada dura o tempo que durarmos, ou por sorte de bem-querência ou respeito, um pouco mais.

Palavra deve ser tratada como uma expressão artística, porque assim ela é. A palavra é a arte do existir. E se não fizermos um trabalho perceptivo, primoroso, que se cumpre, seremos sempre aquela tela que ninguém entendeu e, por não sabê-la, deu-se a ela a identidade que se quis dar ou simplesmente não se achou nada sobre ela. Deu-se de ombros por nem tomar tento daquela existência – no último caso, golpe de sorte novamente. Mas realisticamente observando, vê-se que, em massa, há uma pressa em atropelo e uma necessidade enfadonha de dar nome a tudo que se vê. E para que a nós seja atribuído o nome justo que nos cabe, há de se acolher a palavra e prepará-la para a vida como a um filho único.

O que você quer? O que você é? Não há tempo para brincadeiras quando se trata do existir. É preciso saber a semente que estamos plantando para depois não reclamarmos a laranja colhida, quando queríamos comer maçã. A palavra é a coisa mais séria que eu conheci. É grave como um Deus. (Mais séria que um homem de terno ou uma mulher de mocassim). Existem parênteses para a diversão. Existe um afrouxamento, a leveza própria de quem descobre a liberdade que traz a organização. O bom humor é namorado da palavra em harmonia com a identidade do ser.

*texto publicado na minha coluna da revista ‘Estação Aeroporto’.

November 6, 2008

Incontestável!

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:32 am

Quando estou sem assunto e sinto meu blog abandonado… coloco algo incontestável assim como Maria Bethânia interpretando ‘Quem te viu, quem te vê’ de Chico Buarque.


Alguém conhece a Bethânia para apresentá-la pra mim? ;)

October 21, 2008

Lançamento Miramar

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:23 am
Meus dois melhores amigos (meninos) na vida!
Fazia tempo que não íamos os três juntos a uma festinha.
O que aliás não foi uma festinha… foi uma super festa linda de lançamento do edifício Miramar da minha adorada amiga Marize Koerich e sua chiquérrima familia.
Sucesso total a essa ‘gente nossa’!

October 8, 2008

Uma caneta!

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 2:20 am
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Essa é a caneta que acabou deixando a minha principal razão de viver, que é escrever, em segundo plano e o lado mulher gritou histericamente querendo.
Essa caneta é uma jóia. Quando olhei para ela esqueci a rima, a métrica e a idéia.
Mas fui salva porque lembrei que esse objeto de sedução só foi assim implacável porque foi feito para escrever.

September 24, 2008

Pipoca, Coca-Cola e PERCEPÇÃO

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 1:33 am

Vou postar para vocês alguns dos filmes mais interessantes que já vi. Alguns geniais, outros menos, mas todos indispensáveis.

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September 14, 2008

Foto: Geremia

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 8:55 pm
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Rancho de Amor à Ilha

Composição: Cláudio Alvim Barbosa (Zininho) 

 

Um pedacinho de terra,
perdido no mar!…
Num pedacinho de terra,
beleza sem par…
Jamais a natureza
reuniu tanta beleza
jamais algum poeta
teve tanto pra cantar!

Num pedacinho de terra
belezas sem par!
Ilha da moça faceira,
da velha rendeira tradicional
Ilha da velha figueira
onde em tarde fagueira
vou ler meu jornal.

Tua lagoa formosa
ternura de rosa
poema ao luar,
cristal onde a lua vaidosa
sestrosa, dengosa
vem se espelhar…

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