November 17, 2008

Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:31 am
vicky-crist-barcelona1.jpg
Assisti esse filme hoje e adorei!
Woody allen reuniu personalidades e situações bastante interessantes num único filme.
Mas o que ficou na minha cabeça na saída do cinema foi o pensamento de que: O quanto uma pessoa que não sabe o que quer (Cristina, personagem de Scarlet Johansson) pode fazer todo o movimento na vida de todos a sua volta. Dentre eles, Cristina era a personalidade menos marcante para mim e, no entanto, era através dela que as coisas se davam e apareciam. Era como se ela fosse uma idéia invisível. Penélope Cruz e Javier Barden… que dois!!!

November 13, 2008

Arte do existir*

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 6:39 pm

Palavra, segundo o dicionário, “é uma unidade mínima, com som e significado que pode, sozinha, constituir um enunciado”. A vida não se revela nas necessárias e frias palavras de um dicionário, mas as palavras em utilização revelam a vida.

Eu já fui de tudo um pouco, porque deixei a palavra falada solta, vestida de preguiça. Cedilhas e circunflexos que, romanticamente, pensavam ser livres. Felizes em si. Cobertos de uma ingenuidade que caberia muito bem a uma criança, mas torna um adulto pouco inteligente. Pensei só ser necessário exigir-se aplicação à palavra escrita, mas qual engano, as duas têm igual peso, não fazendo diferença a data de validade, que a palavra falada dura o tempo que durarmos, ou por sorte de bem-querência ou respeito, um pouco mais.

Palavra deve ser tratada como uma expressão artística, porque assim ela é. A palavra é a arte do existir. E se não fizermos um trabalho perceptivo, primoroso, que se cumpre, seremos sempre aquela tela que ninguém entendeu e, por não sabê-la, deu-se a ela a identidade que se quis dar ou simplesmente não se achou nada sobre ela. Deu-se de ombros por nem tomar tento daquela existência – no último caso, golpe de sorte novamente. Mas realisticamente observando, vê-se que, em massa, há uma pressa em atropelo e uma necessidade enfadonha de dar nome a tudo que se vê. E para que a nós seja atribuído o nome justo que nos cabe, há de se acolher a palavra e prepará-la para a vida como a um filho único.

O que você quer? O que você é? Não há tempo para brincadeiras quando se trata do existir. É preciso saber a semente que estamos plantando para depois não reclamarmos a laranja colhida, quando queríamos comer maçã. A palavra é a coisa mais séria que eu conheci. É grave como um Deus. (Mais séria que um homem de terno ou uma mulher de mocassim). Existem parênteses para a diversão. Existe um afrouxamento, a leveza própria de quem descobre a liberdade que traz a organização. O bom humor é namorado da palavra em harmonia com a identidade do ser.

*texto publicado na minha coluna da revista ‘Estação Aeroporto’.

November 6, 2008

Incontestável!

Filed under: Notícias — Larissa Poeta @ 12:32 am

Quando estou sem assunto e sinto meu blog abandonado… coloco algo incontestável assim como Maria Bethânia interpretando ‘Quem te viu, quem te vê’ de Chico Buarque.


Alguém conhece a Bethânia para apresentá-la pra mim? ;)

Powered by WordPress